Céu Cinzento
Até onde vai
Esse aperto que não sai do peito
E a tudo esvai
Com a sorte de não ser desfeito
Mas nos atrai
Não importa qual seja o jeito
E sobressai
Quando tudo já não está perfeito
Por onde andará nossa razão
Nem sei se quero descobrir ou não
E não recai
Na desculpa de já termos feito
Mas sempre vai
Ser de alguma forma o alento
De não ser mais
Tão sensível ao passar do tempo
E se distrai
Na beleza desse céu cinzento
Cielo Gris
Hasta dónde llega
Esta opresión que no se va del pecho
Y todo se desvanece
Con la suerte de no deshacerse
Pero nos atrae
No importa cómo sea
Y sobresale
Cuando todo ya no está perfecto
¿Dónde estará nuestra razón?
Ni siquiera sé si quiero descubrirlo o no
Y no cae
En la excusa de que ya lo hemos hecho
Pero siempre será
De alguna manera el consuelo
De no ser más
Tan sensible al pasar del tiempo
Y se distrae
En la belleza de este cielo gris
Escrita por: Bruno Correa