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Brujos Rosa

Pylla

Bruxos Rosa

Ontem a noite, vi coisas banais
Falavam de espinhos, de meus ancestrais
Vivendo em perigo, na mesa de um bar
Vou sumir daqui, e não voltar nunca mais

Sinto feridas, da vida que vai
De sonhos perdidos, vencidos jamais
Paguei com meu corpo, não foi com reais
Doeu falo sério, procuro um lugar

Não, não quero ficar
Não, não quero não
Eu grito não
Não quero ficar
Não, não mundo cão

São bruxos do escuro, não eram carnais
Só andam a noite, na luz do luar
Os vejo percebo, na terra, no ar
Em meio sossego, um rosa da paz

O bruxo dizia, te liga magrão
Te toca meu filho, procura um matão
Um vale que inspire, expurgue lixão
Cantando com os bruxos, esquecendo a dor

Não, não me deixem só
Não, não bruxos não
Sem rosas (não)
Sem desejos (não)
Não, não não não não

Brujos Rosa

Anoche vi cosas triviales
Hablaban de espinas, de mis ancestros
Viviendo en peligro, en la mesa de un bar
Voy a desaparecer de aquí, y no volver nunca más

Siento heridas, de la vida que se va
De sueños perdidos, vencidos jamás
Pagué con mi cuerpo, no fue con reales
Dolió en serio, busco un lugar

No, no quiero quedarme
No, no quiero no
Grito no
No quiero quedarme
No, no mundo cruel

Son brujos de la oscuridad, no eran carnales
Solo andan de noche, a la luz de la luna
Los veo, los percibo, en la tierra, en el aire
En medio del sosiego, una rosa de paz

El brujo decía, ándale compa
Tócate hijo, busca un lugar apartado
Un valle que inspire, purifique el basurero
Cantando con los brujos, olvidando el dolor

No, no me dejen solo
No, no brujos no
Sin rosas (no)
Sin deseos (no)
No, no no no no

Escrita por: Pylla