Na Presença
No deserto do ser caminho sem destino
Me assombro ao ouvir tua voz chamar meu nome
Na presença do eterno não resisto em me prostrar
Na presença do eterno reconheço o meu lugar
Se me escondo de Ti encontro meus defeitos
Ao olhar para mim nada é possível
Na presença do eterno não resisto em me prostrar
Na presença do eterno reconheço o meu lugar
Como a sarça que ardeu e não consumiu
Vem agora e arde em mim
En la Presencia
En el desierto del ser camino sin rumbo
Me asombro al escuchar tu voz llamando mi nombre
En la presencia del eterno no puedo resistirme a postrarme
En la presencia del eterno reconozco mi lugar
Si me escondo de Ti encuentro mis defectos
Al mirarme a mí mismo nada es posible
En la presencia del eterno no puedo resistirme a postrarme
En la presencia del eterno reconozco mi lugar
Como la zarza que ardió y no se consumió
Ven ahora y arde en mí
Escrita por: Suzane Hirle / Felipe Valente