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Espejismo

Quatrocantos

Miragem

Nem todo fogo que espalham é real,
E eu não vou me assustar...
Se eles querem meu sangue, não te enganem,
Que venham me buscar !

Nessa solidão quem não tem voz,
Não vou me defender...
E tudo aquilo que é miragem só vai te entorpecer.

Já nem é preciso tua mão pra me ajudar
A tua razão não vai deixar...

Desfizemos planos, dois insanos !
E eu nem pra me confessar
Que nada era tão fácil e os nossos passos, ninguém vai
mais contar...

Tão distante ela não me viu chorando,
e eu nem pra disfarçar
Que a cada desencontro, o dia, o ano, parecem não
passar.

Seguindo seus rastros eu consigo me encontrar
Perder o jogo, te ganhar...

Tão distante ela não me viu chorando,
e eu nem pra disfarçar
Que a cada desencontro, o dia, o ano, parecem não
passar.

Seguindo seus rastros eu consigo me encontrar
Perder o jogo, te ganhar...

Espejismo

No todo fuego que encienden es real,
Y no me asustaré...
Si quieren mi sangre, no se engañen,
¡Que vengan por mí!

En esta soledad donde no hay voz,
No me defenderé...
Y todo aquello que es un espejismo solo te adormecerá.

Ya ni siquiera necesito tu mano para que me ayudes
Tu razón no lo permitirá...

¡Desarmamos planes, dos insensatos!
Y ni siquiera para confesarme
Que nada era tan fácil y nuestros pasos, nadie los contará más...

Tan lejos ella no me vio llorar,
Y ni siquiera para disimular
Que en cada desencuentro, el día, el año, parecen no pasar.

Siguiendo sus huellas logro encontrarme
Perder el juego, ganarte...

Tan lejos ella no me vio llorar,
Y ni siquiera para disimular
Que en cada desencuentro, el día, el año, parecen no pasar.

Siguiendo sus huellas logro encontrarme
Perder el juego, ganarte...

Escrita por: Constelação / Thiago Totaro