Labirinto
No avesso do lado de lá do espelho
Tudo é surreal, sem sinal vermelho
Com agulha teço tramas sem a linha
Dou ponto sem nó
Sem fim sem começo
Se você não acredita venha
Que eu não me desminto
Venha se perder comigo
Neste labirinto
Do outro lado do lado de lá
Do avesso
Nada é igual
Tudo tem seu preço
Ninguém tem endereço nem destino
Sempre é carnaval
Tudo é desatino
Se a esfinge do tempo mete medo
A resposta não é nenhum segredo
Que a própria vida possa dar
Muito além do primeiro pensamento
A reposta que veio com o vento
Deixa tudo no mesmo lugar
No avesso do lado de lá do espelho
Tudo é surreal, sem sinal vermelho
Com agulha teço tramas sem a linha
Dou ponto sem nó
Sem fim sem começo
Se você não acredita venha
Que eu não me desminto
Venha se perder comigo
Neste labirinto
Labirinto
No averso del lado de allá del espejo
Todo es surrealista, sin señal roja
Con aguja tejo tramas sin hilo
Hago punto sin nudo
Sin fin, sin comienzo
Si no crees, ven
Que no me desdigo
Ven a perderte conmigo
En este laberinto
Del otro lado del lado de allá
Del averso
Nada es igual
Todo tiene su precio
Nadie tiene dirección ni destino
Siempre es carnaval
Todo es locura
Si la esfinge del tiempo da miedo
La respuesta no es ningún secreto
Que la propia vida pueda dar
Mucho más allá del primer pensamiento
La respuesta que vino con el viento
Deja todo en el mismo lugar
En el averso del lado de allá del espejo
Todo es surrealista, sin señal roja
Con aguja tejo tramas sin hilo
Hago punto sin nudo
Sin fin, sin comienzo
Si no crees, ven
Que no me desdigo
Ven a perderte conmigo
En este laberinto
Escrita por: Sergio Bentes