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O Convicto

Quimeranos

O Convicto

O canto de águas passadas
Rondando a orla da praia
Brisa serena anuncia
O velho, o novo, o ciclo da água

E quanto as flores apanhadas
Presentes em horas erradas
Vermelha ou cor de pitaya
Encanta aos olhos, mas furtam a calma

Não, não vou trilhar a sina da convicção
Não, não vou trilhar a sina da convicção
Não, não vou trilhar a sina da

O vento que se faz mover
Faz curva onde bem tem vontade
E galho que não se torcer
É conto de ave que ficou com saudade

O tempo oferta as cartas
É jogo de cartas marcadas
Passado, presente, futuro
É tempo que exerce livre arbítrio soberano

Não, não vou trilhar a sina da convicção
Não, não vou trilhar a sina da convicção
Não, não vou trilhar a sina da

O Convicto

O canto de aguas pasadas
Rondando la orilla de la playa
Brisa serena anuncia
Lo viejo, lo nuevo, el ciclo del agua

Y en cuanto a las flores recogidas
Presentes en horas equivocadas
Rojas o color de pitaya
Encantan a la vista, pero roban la calma

No, no voy a seguir el destino de la convicción
No, no voy a seguir el destino de la convicción
No, no voy a seguir el destino de la

El viento que se hace mover
Hace curvas donde quiere
Y la rama que no se tuerce
Es cuento de ave que quedó con nostalgia

El tiempo ofrece las cartas
Es un juego de cartas marcadas
Pasado, presente, futuro
Es tiempo que ejerce libre albedrío soberano

No, no voy a seguir el destino de la convicción
No, no voy a seguir el destino de la convicción
No, no voy a seguir el destino de la

Escrita por: Djean Lourenço