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Veneno Popular

R-47

Veneno Popular

Toda bandeira hasteada
Como sinal de orgulho
Não manifesta pro mundo
Veneno popular

Arrimo de família
Que vive em cima do muro
E não consegue dormir
Por não acreditar

Mas afinal
Se somos ordem e progresso
Por que será que o progresso
Está tão longe daqui?
Está tão longe daqui... Longe!

Ó minha mãe perdoa
Se um dia eu te fiz chorar
Verás um filho teu lutar

E o teu futuro espelha
Cada semente que plantar
Loucura é crer e não mudar

Cada caneta que assina
E legaliza a propina
E alimenta a sina
De quem se obriga a votar

Se aquela cara da esquina
Modificar sua rotina
Quando chegar lá em cima
Pode fazer melhorar

Mas afinal
Se nacional é o congresso
Por que será que a ordem
Está tão longe daqui?
Está tão longe daqui... Daqui!

Ó minha mãe perdoa
Se um dia eu te fiz chorar
Verás um filho teu lutar

E o teu futuro espelha
Cada semente que plantar
Loucura é crer e não mudar

Veneno Popular

Toda bandera izada
Como señal de orgullo
No manifiesta al mundo
Veneno popular

Sostén de familia
Que vive en la cuerda floja
Y no puede dormir
Por no creer

Pero al final
Si somos orden y progreso
¿Por qué será que el progreso
Está tan lejos de aquí?
¡Está tan lejos de aquí... Lejos!

Oh madre mía, perdona
Si alguna vez te hice llorar
Verás a tu hijo luchar

Y tu futuro refleja
Cada semilla que siembres
Locura es creer y no cambiar

Cada pluma que firma
Y legaliza la coima
Y alimenta el destino
De quien se ve obligado a votar

Si aquel rostro de la esquina
Modifica su rutina
Cuando llegue arriba
Puede hacer que mejore

Pero al final
Si nacional es el congreso
¿Por qué será que el orden
Está tan lejos de aquí?
¡Está tan lejos de aquí... De aquí!

Oh madre mía, perdona
Si alguna vez te hice llorar
Verás a tu hijo luchar

Y tu futuro refleja
Cada semilla que siembres
Locura es creer y no cambiar

Escrita por: Beto Brant / Cacá Srbek / Caçapa / Marcelo Sant'Ana