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OBSCURO

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Posso te mostrar o meu lado obscuro
Posso ser quem cê odeia
Posso ser seu mundo

Coração quebrado, sempre de cabeça erguida
Lealdade não se espera de pau nem de vagina

Confio só em mim
No meu lado obscuro
O segundo personagem sempre improvisa tudo
É hilário, surreal
Ele botando sua ex
Pra chupar meu pau

Vai, vai, vai, vai, vai, vai
Não morde não

Vai, vai, vai, vai, vai, vai
Não morde não

Vai, vai, vai, vai, vai, vai
Não morde não, vagina

Vai, vai, vai, vai, vai, vai

Posso te mostrar o meu lado obscuro
Posso ser quem cê odeia
Posso ser seu mundo

Coração quebrado, sempre de cabeça erguida
Lealdade não se espera de pau nem de vagina

Confio só em mim
No meu lado obscuro
O segundo personagem sempre improvisa tudo
É hilário, surreal

Ele botando sua ex
O quê? Hã?

Vai, vai, vai, vai, vai, vai

Escrita por: Rafael Carlos Nunes Barbosa