Coppolla
Te chama mesmo sem tentar
Quando entra no salão
Te bagunçando sem pedir
Joga as gavetas no chão
E quase tudo é feito sem querer
E quase sempre o caos toma a mão
Quem sabe no final
Você aceite a condição
Ninguém pode entrar nem te entender
Só ela sabe acalmar você
Calar sua voz, desatar os nós
Enxergar o que quase ninguém vê
Ninguém pode entrar nem te entender
Só ela sabe acalmar você
Calar sua voz, desatar os nós
Só ela pode acabar com você
É tão natural
Deixar o caos tomar a mão
Quem sabe no final
Você aceite enfim então
Ninguém pode entrar nem te entender
Só ela sabe acalmar você
Calar sua voz, desatar os nós
Enxergar o que quase ninguém vê
Ninguém pode entrar nem te entender
Só ela sabe acalmar você
Calar sua voz, desatar os nós
Só ela pode acabar com você
Coppolla
Te llama aunque no lo intente
Cuando entra al salón
Te desordena sin pedir
Tira los cajones al suelo
Y casi todo se hace sin querer
Y casi siempre el caos toma el control
Quién sabe al final
Si aceptarás la condición
Nadie puede entrar ni entenderte
Solo ella sabe calmarte
Silenciar tu voz, deshacer los nudos
Ver lo que casi nadie ve
Nadie puede entrar ni entenderte
Solo ella sabe calmarte
Silenciar tu voz, deshacer los nudos
Solo ella puede acabar contigo
Es tan natural
Dejar que el caos tome el control
Quién sabe al final
Si aceptarás al fin entonces
Nadie puede entrar ni entenderte
Solo ella sabe calmarte
Silenciar tu voz, deshacer los nudos
Ver lo que casi nadie ve
Nadie puede entrar ni entenderte
Solo ella sabe calmarte
Silenciar tu voz, deshacer los nudos
Solo ella puede acabar contigo
Escrita por: Rafael Arantes Bicalho