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Cosas de la Vida / Pulsos

Rafael Duaity

Coisas da Vida / Pulsos

Quando a lua apareceu
Ninguém sonhava mais do que eu
Já era tarde
Mas a noite é uma criança distraída
Depois que eu envelhecer
Ninguém precisa mais me dizer
Como é estranho ser humano
Nessas horas de partida

Ah ah ah, é o fim da picada
Depois da estrada começa
Uma grande avenida no fim da avenida
Existe uma chance, uma sorte, uma nova saída
Qual é a moral?
Qual vai ser o final dessa história?
Eu não tenho nada pra dizer, por isso digo
Que eu não tenho muito o que perder, por isso jogo
Eu não tenho hora pra morrer, por isso sonho

Aah, aah, aah, aah
Aah, aah, aah, uuh, uuh
Ah-ah, são coisas da vida
Ah-ah, e a gente se olha e não sabe se vai ou se fica
Ah-ah, são coisas da vida
Ah-ah, e a gente se olha e não sabe se vai ou se fica
Ah-ah, são coisas da vida
Ah-ah, e a gente se olha e não sabe se vai ou se fica
Ah-ah, são coisas da vida
Ah-ah, e a gente se olha e não sabe se vai ou se fica

E um dia se atreveu a olhar pro alto
Tinha um céu, mas não era azul
No cansaço de tentar, quis desistir
Se é coragem, eu não sei
Tenta achar que não é assim tão mau
Exercita a paciência
Guarda os pulsos pro final
Saída de emergência
Tenta achar que não é assim tão mau

Exercita a paciência
Guarda os pulsos pro final
Saída de emergência
E um dia decidiu, quis terminar
Só mais um gole e duas linhas horizontais
Sem a menor pressa, calculadamente
Depois do erro, a redenção
Tenta achar que não é assim tão mau
Exercita a paciência
Guarda os pulsos pro final
Saída de emergência
Tenta achar que não é assim tão mau

Exercita a paciência
Guarda os pulsos pro final
Saída de emergência
Tenta achar que não é assim tão mau
Exercita a paciência
Guarda os pulsos pro final
Saída de emergência
Tenta achar que não é assim tão mau
Exercita a paciência
Guarda os pulsos pro final

Saída de emergência
Saída de emergência
Saída de emergência
Saída de emergência
Saída de emergência

Cosas de la Vida / Pulsos

Cuando la luna apareció
Nadie soñaba más que yo
Ya era tarde
Pero la noche es una niña distraída
Después de envejecer
Nadie necesita decirme más
Qué extraño es ser humano
En estas horas de partida

Ah ah ah, es el colmo
Después del camino comienza
Una gran avenida al final de la avenida
Existe una oportunidad, una suerte, una nueva salida
¿Cuál es la moraleja?
¿Cuál será el final de esta historia?
No tengo nada que decir, por eso digo
Que no tengo mucho que perder, por eso juego
No tengo hora para morir, por eso sueño

Aah, aah, aah, aah
Aah, aah, aah, uuh, uuh
Ah-ah, son cosas de la vida
Ah-ah, y nos miramos sin saber si vamos o nos quedamos
Ah-ah, son cosas de la vida
Ah-ah, y nos miramos sin saber si vamos o nos quedamos
Ah-ah, son cosas de la vida
Ah-ah, y nos miramos sin saber si vamos o nos quedamos
Ah-ah, son cosas de la vida
Ah-ah, y nos miramos sin saber si vamos o nos quedamos

Y un día se atrevió a mirar hacia arriba
Había un cielo, pero no era azul
En el cansancio de intentar, quiso rendirse
Si es valentía, no lo sé
Intenta creer que no es tan malo
Ejercita la paciencia
Guarda los pulsos para el final
Salida de emergencia
Intenta creer que no es tan malo

Ejercita la paciencia
Guarda los pulsos para el final
Salida de emergencia
Y un día decidió, quiso terminar
Solo un trago más y dos líneas horizontales
Sin la menor prisa, calculadamente
Después del error, la redención
Intenta creer que no es tan malo
Ejercita la paciencia
Guarda los pulsos para el final
Salida de emergencia
Intenta creer que no es tan malo

Ejercita la paciencia
Guarda los pulsos para el final
Salida de emergencia
Intenta creer que no es tan malo
Ejercita la paciencia
Guarda los pulsos para el final
Salida de emergencia
Intenta creer que no es tan malo
Ejercita la paciencia
Guarda los pulsos para el final

Salida de emergencia
Salida de emergencia
Salida de emergencia
Salida de emergencia
Salida de emergencia

Escrita por: Rita Lee / Pitty / Martin