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¿Para qué?

Rafael José

Pra Quê?

No meu gosto
Do teu jeito
O teu rastro
Nos meus feitos

Em teu rosto
No meu peito
Teus destroços
Meus consertos

Nos teus gestos
Meus defeitos
Insensatos
E perfeitos

Não soube
Nem sabe
Ninguém saberia o que fazer
Não coube
Nem cabe
Mas quem poderia prever? Por quê?

Nos teus versos
Nos meus discos
Os teus traços
Nos meus riscos

No teu nexo
Meu castigo
Teus excessos
Nos meus vícios

Teu abraço
Meu abrigo
Universo
Fim e início

Não soube
Nem sabe
Ninguém saberia o que fazer
Não coube
Nem cabe
Mas quem poderia prever?
Pra quê?

Não soube
Nem sabe
Ninguém saberia o que fazer
Não coube
Nem cabe
Mas quem poderia prever?
Por quê? Pra quê?

¿Para qué?

En mi gusto
De tu manera
Tu rastro
En mis hechos

En tu rostro
En mi pecho
Tus destrozos
Mis arreglos

En tus gestos
Mis defectos
Insensatos
Y perfectos

No supe
Ni sabe
Nadie sabría qué hacer
No cupo
Ni cabe
¿Pero quién podría prever? ¿Por qué?

En tus versos
En mis discos
Tus trazos
En mis riesgos

En tu nexo
Mi castigo
Tus excesos
En mis vicios

Tu abrazo
Mi refugio
Universo
Fin e inicio

No supe
Ni sabe
Nadie sabría qué hacer
No cupo
Ni cabe
¿Pero quién podría prever?
¿Para qué?

No supe
Ni sabe
Nadie sabría qué hacer
No cupo
Ni cabe
¿Pero quién podría prever?
¿Por qué? ¿Para qué?

Escrita por: Renato Villaça, Rafael José