Contratempo
Seus olhos condenam o que eu faço
E os meus enchergam além dos seus
Sentado, inerte, e a vida passa
A chorar por tudo o que perdeu
Seus olhos me dizem o que eu não posso
E os meus não querem mais olhar os seus
Sentado, inerte, e a vida passa
A chorar por tudo o que perdeu
Deixa eu viver o meu delírio!
Deixa eu sonhar o impossível!
E, antes de me olhar, olha pra sua vida.
Seus olhos condenam o que eu faço
E os meus não querem mais olhar os seus
Sentado, inerte, e a vida passa
A chorar por tudo o que perdeu
Deixa eu viver o meu delírio!
Deixa eu sonhar o impossível!
E, antes de me olhar, olha pra sua vida.
Contratempo
Tus ojos condenan lo que hago
Y los míos ven más allá de los tuyos
Sentado, inerte, y la vida pasa
Llorando por todo lo que perdió
Tus ojos me dicen lo que no puedo
Y los míos ya no quieren mirar los tuyos
Sentado, inerte, y la vida pasa
Llorando por todo lo que perdió
¡Déjame vivir mi delirio!
¡Déjame soñar lo imposible!
Y antes de mirarme, mira tu vida.
Tus ojos condenan lo que hago
Y los míos ya no quieren mirar los tuyos
Sentado, inerte, y la vida pasa
Llorando por todo lo que perdió
¡Déjame vivir mi delirio!
¡Déjame soñar lo imposible!
Y antes de mirarme, mira tu vida.
Escrita por: Alyne / Cacá