4D
Tudo o que eu queria era um lugar
Onde eu pudesse de fato ser quem eu sou
Se eu fecho os meus olhos
Eu não consigo sair daqui
E quando eu abro
Seja noite ou seja dia
Da na mesma!
Eu ainda estou aqui
O que eu faço meu amigo?
O que eu faço meu amigo?
Não faz isso não!
Não faz isso não!
Eu boto a corda no pescoço
Eu boto a corda no pescoço
E saio desse chão
Desse chão
Não há mais nada que eu possa fazer
Essa é a vida que meu Deus escolheu pra eu viver
E no 3D eu vivo uma tremenda simulação
Se eu morrer eu já sei
Eu vou pra quarta dimensão
Mas eu ainda estou aqui
Mas eu quero sair daqui
Mas não tenho pra onde ir
Ansiedade me consome
O que eu faço?
Eu atraso o relógio
Eu fecho os meus olhos
E me finjo de morto
tô cansado de viver
De respirar sem existir
Meus amigos não me entendem
E ninguém estar aqui
O que eu faço?
Boto uma corda no pescoço
Me jogo de uma ponte
Me afogo em um poço
Quem ver pensa até
Que é desespero ou drama
Eu pensava em diamantes
E sonhava na infância
Não sei mais o que eu tô fazendo
A única coisa que eu sei
Eu tô sobrevivendo
Eu ainda tô vivendo
Nasci na vida certa ou na vida errada
Eu sempre enfrentei
Meus desafios e batalhas
Acreditei em Deus
Tentei andar na linha
Mas ainda sou humano
E se errei foi culpa minha
Já comi até farinha com água
Hoje agradeço a Deus
Tenho a geladeira farta
O problema nunca foi
A falta de alimento
Eu boto tudo na balança
O peso certo é sofrimento
Mas eu ainda estou aqui
Mas eu quero sair daqui
Mas não tenho pra onde ir
Ansiedade me consome
Eu atraso o relógio
Eu fecho os meus olhos
E me finjo de morto
Boto uma corda no pescoço
Me jogo de uma ponte
Me afogo em um poço
Quem ver pensa até que é drama
Eu sonhava em diamantes e sorria na infância
Não sei mais o que é que eu tô fazendo
A única coisa que eu sei, eu tô vivendo
4D
Todo lo que quería era un lugar
Donde realmente pudiera ser quien soy
Si cierro mis ojos
No puedo salir de aquí
Y cuando los abro
Sea de noche o de día
Da igual
Sigo aquí
¿Qué hago, amigo mío?
¿Qué hago, amigo mío?
¡No hagas eso!
¡No hagas eso!
Pongo la soga en el cuello
Pongo la soga en el cuello
Y salgo de este suelo
De este suelo
No hay nada más que pueda hacer
Esta es la vida que mi Dios eligió para que viva
Y en el 3D vivo una tremenda simulación
Si muero, ya sé
Voy a la cuarta dimensión
Pero sigo aquí
Pero quiero salir de aquí
Pero no tengo a dónde ir
La ansiedad me consume
¿Qué hago?
Atraso el reloj
Cierro mis ojos
Y finjo estar muerto
Estoy cansado de vivir
De respirar sin existir
Mis amigos no me entienden
Y nadie está aquí
¿Qué hago?
Pongo una soga en el cuello
Me tiro de un puente
Me ahogo en un pozo
Quien ve piensa incluso
Que es desesperación o drama
Yo pensaba en diamantes
Y soñaba en la infancia
Ya no sé qué estoy haciendo
Lo único que sé
Es que estoy sobreviviendo
Sigo viviendo
Nací en la vida correcta o en la vida equivocada
Siempre enfrenté
Mis desafíos y batallas
Creí en Dios
Intenté seguir el camino correcto
Pero aún soy humano
Y si me equivoqué, fue mi culpa
He comido harina con agua
Hoy agradezco a Dios
Tengo la nevera llena
El problema nunca fue
La falta de alimento
Pongo todo en la balanza
El peso correcto es el sufrimiento
Pero sigo aquí
Pero quiero salir de aquí
Pero no tengo a dónde ir
La ansiedad me consume
Atraso el reloj
Cierro mis ojos
Y finjo estar muerto
Pongo una soga en el cuello
Me tiro de un puente
Me ahogo en un pozo
Quien ve piensa que es drama
Yo soñaba con diamantes y sonreía en la infancia
Ya no sé qué estoy haciendo
Lo único que sé, es que estoy viviendo
Escrita por: Raniere Belo