Madeira de Lei
Dizem por aí
Que todo homem tem seu preço
A minha pindaíba eu reconheço
Que vivo num sufoco de arrepiar
Mas não me entrego
Me nego a virar mercadoria
Que muda de embalagem todo dia
Conheço muito bem o meu lugar
Eu não estou à venda
Não tenho código-de-barra em minha cara
Eu posso ser um beradêro, um pau-de-arara,
Mas tenho a coragem de lutar - para mudar
Nascido cangaceiro,
Sou filho de guerreiro nordestino
Sou madeira de lei, sei meu destino
Cupim pra me roer tem que penar.
Madera de Ley
Dicen por ahí
Que todo hombre tiene su precio
Reconozco mi pindaíba
Que vivo en un aprieto que da escalofríos
Pero no me rindo
Me niego a convertirme en mercancía
Que cambia de envase todos los días
Conozco muy bien mi lugar
No estoy en venta
No tengo código de barras en mi cara
Puedo ser un beradêro, un pau-de-arara,
Pero tengo el coraje de luchar - para cambiar
Nacido cangaceiro,
Soy hijo de guerrero nordestino
Soy madera de ley, sé mi destino
Cupim para roerme tiene que penar.
Escrita por: LIFANCO / Rangel Junior