Uma Manhã Qualquer
Levantei, vesti aquela roupa
Que você diz que cai tão bem em mim
Às vezes acho que você é louca
Quem diria algo tão nonsense assim?
Eu me enrolo e você reclama
Diz que sou mais desligado que nossa TV
Pensando bem, a culpa é toda sua
Por que você não larga tudo e vem me ver?
Porque eu vou desenhar teu céu
Nos dias mais tristes
E usar as cores que você quiser
Venha ser meu sol
Vê se não resiste ao meu amor
Numa manhã qualquer
Quando eu me pego pensando em você
Lá do alto do meu bem querer
Não sou antiquado como a solidão
Mas na caminhada, me dê a sua mão
Eu vou desenhar teu céu
Nos dias mais tristes
E usar as cores que você quiser
Venha ser meu sol
Vê se não resiste ao meu amor
Numa manhã qualquer
Vê se não resiste ao meu amor
Numa manhã qualquer
Una Mañana Cualquiera
Me levanté, me puse esa ropa
Que dices que me queda tan bien
A veces pienso que estás loca
¿Quién diría algo tan sin sentido así?
Me enredo y tú te quejas
Dices que soy más despistado que nuestra TV
Pensándolo bien, la culpa es toda tuya
¿Por qué no lo dejas todo y vienes a verme?
Porque voy a dibujar tu cielo
En los días más tristes
Y usar los colores que quieras
Ven a ser mi sol
A ver si no resistes a mi amor
En una mañana cualquiera
Cuando me encuentro pensando en ti
Desde lo alto de mi querer
No soy anticuado como la soledad
Pero en el camino, dame tu mano
Voy a dibujar tu cielo
En los días más tristes
Y usar los colores que quieras
Ven a ser mi sol
A ver si no resistes a mi amor
En una mañana cualquiera
A ver si no resistes a mi amor
En una mañana cualquiera
Escrita por: Raphael Ota / Oswaldo Botrel