No Meio da Garrafa
Do jeito que eu tô, eu tô com dó de mim
Nem lembro da ultima noite que eu dormir
Acostumado com você pedindo pra voltar
Você não voltou
To nessa vida de abrir e de fechar boteco
A saudade me espancando
Mas eu não me entrego
Pra um bom entendedor
Seu silêncio falou
Uoh, uoooh
A primeira dose é pra te esquecer
Na segunda o peito começa a doer
A terceira desce só pra judiar
No meio da garrafa eu vou te ligar
En Medio de la Botella
Como estoy, me da pena a mí
Ni recuerdo la última noche que dormí
Acostumbrado a que me pidas volver
Tú no regresaste
Estoy en esta vida de abrir y cerrar bares
La nostalgia me golpea
Pero no me rindo
Para un buen entendedor
Tu silencio habló
Uoh, uoooh
La primera copa es para olvidarte
En la segunda el pecho comienza a doler
La tercera baja solo para lastimar
En medio de la botella te voy a llamar
Escrita por: Dayane Camargo / Everton Mattos