Mares do Ego
Por tudo que vivi,
Eu sei que posso acreditar.
Se ainda existe chance,
Não desistirei sem lutar.
Não abaixe sua cabeça,
Ainda existem sonhos pra lutar!
Sua resistência em não viver,
É o que te faz não tentar!
Enquanto você fica ai parado assistindo sua vida passar,
Eu vou matando os espíritos que me levam a perder.
De mares a males, o pior, não desejo a você,
Eu ergo a mão e grito, dessa vez eu vou vencer.
Mas nunca a vida há de mudar quem eu sou,
Pois se cheguei aqui, consagrei tudo o que passou.
Sem chance alguma de pensar em desistir,
O caminho só é possível pra quem sabe seguir.
Enquanto você fica ai parado assistindo sua vida passar,
Eu vou matando os espíritos que me levam a perder.
De mares a males, o pior, não desejo a você,
Eu ergo a mão e grito, dessa vez eu vou vencer
Muitos tentarão te derrubar!
Mente fraca não nasceu pra se consagrar.
Inimigos aqui, sei que vou encontrar,
Mas não serão pários pra nos parar.
Mares del Ego
Por todo lo que viví,
Sé que puedo creer.
Si aún hay una oportunidad,
No me rendiré sin luchar.
No bajes la cabeza,
¡Todavía hay sueños por los que luchar!
Tu resistencia a no vivir,
¡Es lo que te impide intentar!
Mientras te quedas ahí parado viendo pasar tu vida,
Yo voy eliminando los espíritus que me llevan a perder.
De mares a males, lo peor, no te deseo a ti,
Levanto la mano y grito, esta vez voy a ganar.
Pero la vida nunca cambiará quién soy,
Porque si llegué hasta aquí, consagré todo lo que pasó.
Sin posibilidad alguna de pensar en rendirme,
El camino solo es posible para quien sabe seguir.
Mientras te quedas ahí parado viendo pasar tu vida,
Yo voy eliminando los espíritus que me llevan a perder.
De mares a males, lo peor, no te deseo a ti,
Levanto la mano y grito, esta vez voy a ganar.
¡Muchos intentarán derribarte!
Una mente débil no nació para consagrarse.
Enemigos aquí, sé que encontraré,
Pero no serán rivales suficientes para detenernos.
Escrita por: Rodolfo Peres, Firmino Júnior