Disparada (TV Globo 60 Anos) (part. Lauana Prado, Maiara & Maraisa, Ana Castela e Simone Mendes)
Prepare o seu coração pras coisas que eu vou contar
Eu venho lá do sertão, eu venho lá do sertão
Eu venho lá do sertão e posso não lhe agradar
Aprendi a dizer não, ver a morte sem chorar
E a morte, o destino, tudo, a morte e o destino, tudo
Estava fora do lugar, eu vivo pra consertar
Na boiada já fui boi, mas um dia me montei
Não por um motivo meu, ou de quem comigo houvesse
Que qualquer querer tivesse, porém por necessidade
Do dono de uma boiada cujo vaqueiro morreu
Boiadeiro muito tempo, laço firme e braço forte
Muito gado, muita gente, pela vida segurei
Seguia como num sonho, e boiadeiro era um rei
Mas o mundo foi rodando nas patas do meu cavalo
E nos sonhos que fui sonhando, as visões se clareando
As visões se clareando, até que um dia acordei
Então não pude seguir valente lugar-tenente
E dono de gado e gente, porque gado a gente marca
Tange, ferra, engorda e mata, mas com gente é diferente
Se você não concordar, não posso me desculpar
Não canto pra enganar, vou pegar minha viola
Vou deixar você de lado, vou cantar noutro lugar
Na boiada já fui boi, boiadeiro já fui rei
Não por mim nem por ninguém, que junto comigo houvesse
Que quisesse ou que pudesse, por qualquer coisa de seu
Por qualquer coisa de seu querer ir mais longe do que eu
Mas o mundo foi rodando nas patas do meu cavalo
Já que um dia montei agora sou cavaleiro
Laço firme e braço forte num reino que não tem rei
Disparada (TV Globo 60 Años) (part. Lauana Prado, Maiara & Maraisa, Ana Castela e Simone Mendes)
Prepara tu corazón para las cosas que voy a contar
Vengo del campo, vengo del campo
Vengo del campo y puede que no te guste
Aprendí a decir que no, ver la muerte sin llorar
Y la muerte, el destino, todo, la muerte y el destino, todo
Estaba fuera de lugar, vivo para arreglar
En la manada ya fui toro, pero un día me monté
No por un motivo mío, o de quien estuviera conmigo
Que cualquier deseo tuviera, sino por necesidad
Del dueño de una manada cuyo vaquero murió
Vaquero por mucho tiempo, lazo firme y brazo fuerte
Mucho ganado, mucha gente, por la vida me mantuve
Seguía como en un sueño, y vaquero era un rey
Pero el mundo fue girando en las patas de mi caballo
Y en los sueños que fui soñando, las visiones se aclarando
Las visiones se aclarando, hasta que un día desperté
Entonces no pude seguir valiente teniente
Y dueño de ganado y gente, porque el ganado se marca
Se guía, se engorda y se mata, pero con la gente es diferente
Si no estás de acuerdo, no puedo disculparme
No canto para engañar, voy a tomar mi guitarra
Te dejaré de lado, voy a cantar en otro lugar
En la manada ya fui toro, vaquero ya fui rey
No por mí ni por nadie, que estuviera conmigo
Que quisiera o que pudiera, por cualquier cosa de su
Por cualquier cosa de su deseo de ir más lejos que yo
Pero el mundo fue girando en las patas de mi caballo
Ya que un día monté, ahora soy caballero
Lazo firme y brazo fuerte en un reino que no tiene rey