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El Cabello de María

Reginaldo Azevedo

O Cabelo de Maria

Jangadeiro amanhece leva a Jangada lá no mar
Só volta quando escurece sua morena a lhe esperar
Vou pedir ao jangadeiro sua jangada me emprestar
Atravessar os sete mares minha morena encontrar

Onde eu vou fazer balanço, onde eu vou me balançar
Onde eu vou fazer balanço, onde eu vou me balançar
Onde eu vou fazer balanço, onde eu vou me balançar
Onde eu vou fazer balanço, onde eu vou me balançar
É no cabelo de Maria, que eu vou me balançar
É no cabelo de Maria, que eu vou me balançar

No céu um santo guerreiro, em seu cavalo a galopar
Com sua lança enfrenta o mau, pra sua lua namorar
Eu vou pedir pra o guerreiro, o seu cavalo me emprestar
Atravessar o infinito, minha morena encontrar

Onde eu vou fazer balanço, onde eu vou me balançar...
É no cabelo de Maria, que eu vou me balançar...

El Cabello de María

Jangadeiro amanece lleva la Jangada en el mar
Solo vuelve cuando oscurece su morena a esperar
Pediré al jangadeiro que me preste su jangada
Cruzar los siete mares para encontrar a mi morena

Donde haré balance, donde me balancearé
Donde haré balance, donde me balancearé
Donde haré balance, donde me balancearé
Donde haré balance, donde me balancearé
Es en el cabello de María donde me balancearé
Es en el cabello de María donde me balancearé

En el cielo un santo guerrero, en su caballo galopando
Con su lanza enfrenta al mal, para cortejar a su luna
Pediré al guerrero que me preste su caballo
Cruzar el infinito para encontrar a mi morena

Donde haré balance, donde me balancearé...
Es en el cabello de María donde me balancearé...

Escrita por: Reginaldo Azevedo