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Mar de la Ciudad

Reginaldo Mesquita

Cidade Mar

Da cidade fiz o mar e saltei
Mergulhei no coração de alguém
Da cidade fiz o caos e não me importei
Em saber o seu nome (em dizer o meu nome)

Quase inundei seus problemas
Afoguei sua dor
E com a ponta dos pés toquei bem no fundo do seu mal-humor

Sou contrário daquilo que vês.
Não vou me afogar

Da saudade fiz o mar e saltei
Mergulhei na ausência de alguém
Da saudade fiz o caos e não me importei
Em lembrar do seu nome (em dizer o seu nome)

Inundei-me nos problemas Afoguei-me na dor
Com a ponta dos pés toquei bem no fundo do meu mal-humor

Sem querer levantar, lembro-me de dizer:
"Sou contrário daquilo que vês" Eu menti.
Me afoguei,
me afoguei,
me afoguei

Mas a razão nunca me abandonou
O meu corpo afundou como bem planejei
Foi a última prova de amor que pude lhe dar
Se afundei foi por ter amor demais, amor demais,
amor demais...

...pra você nadar

Mar de la Ciudad

De la ciudad hice el mar y salté
Me sumergí en el corazón de alguien
De la ciudad hice el caos y no me importó
Saber su nombre (decir mi nombre)

Casi ahogué tus problemas
Me ahogué en tu dolor
Y con la punta de los pies toqué bien en lo más profundo de tu mal humor

Soy lo opuesto a lo que ves
No me voy a ahogar

De la nostalgia hice el mar y salté
Me sumergí en la ausencia de alguien
De la nostalgia hice el caos y no me importó
Recordar su nombre (decir su nombre)

Me inundé en los problemas
Me ahogué en el dolor
Con la punta de los pies toqué bien en lo más profundo de mi mal humor

Sin querer levantarme, recuerdo decir:
"Soy lo opuesto a lo que ves" Mentí.
Me ahogué,
me ahogué,
me ahogué

Pero la razón nunca me abandonó
Mi cuerpo se hundió como planeé
Fue la última prueba de amor que pude darte
Si me hundí fue por tener demasiado amor, demasiado amor,
demasiado amor...

...para que tú puedas nadar

Escrita por: Reginaldo Mesquita