Qual É a Prece?
Diz ai como é ficar
Julgando sem se enxergar
Sem conhecer, sem saber
Que o teu vicio não trás mais
Nenhum perigo e é só você quem não vê
Quem não vê
Vendo que não é o que esperava
Não vê solução
Vendo que não é o que esperava
Não vê solução
Além de eliminar teu defeito
Cobrindo com o do primeiro que vê
Sempre sendo não mais que um espelho
Que reflete os próprios erros
O teu tipo não é proporcional
Ao que ouvem que vem de você mesmo
E se você não quer perceber
Não sou eu quem vai perder mais
Vai aprender sem querer
Tendo que aprender por mal
Pois o orgulho traz a escravidão
Tendo que aprender por mal
Pois o orgulho traz a escravidão
Se viver sem tentar ser perfeito
As custas de quem não está pra se defender
Simplesmente virá seu respeito
Que é o reflexo dos teus feitos
Qual é a prece?
Tudo que você fala acontece
Mas tudo bem
Se eu não me importar nada vem
Chega! Vou entrar de cara
Tomar porrada
Se o equilíbrio é o bem e o mal
O equilíbrio esta na praça
Então que venha
¿Cuál es la Oración?
Dime cómo es quedarse
Juzgando sin verse a uno mismo
Sin conocer, sin saber
Que tu vicio no trae más
Ningún peligro y eres tú quien no ve
Quien no ve
Viendo que no es lo que esperaba
No ve solución
Viendo que no es lo que esperaba
No ve solución
Además de eliminar tu defecto
Cubriéndolo con el del primero que ve
Siempre siendo nada más que un espejo
Que refleja los propios errores
Tu tipo no es proporcional
A lo que dicen que viene de ti mismo
Y si no quieres darte cuenta
No soy yo quien perderá más
Vas a aprender sin querer
Teniendo que aprender por mal
Pues el orgullo trae la esclavitud
Teniendo que aprender por mal
Pues el orgullo trae la esclavitud
Si vives sin intentar ser perfecto
A costa de quien no está para defenderse
Simplemente vendrá tu respeto
Que es el reflejo de tus acciones
¿Cuál es la oración?
Todo lo que dices sucede
Pero está bien
Si no me importa, nada vendrá
¡Basta! Voy a entrar de lleno
Recibir golpes
Si el equilibrio es el bien y el mal
El equilibrio está en la plaza
Así que que venga
Escrita por: André de Souza Vieira