Genocidio Filosófico II
...E os meus exércitos são formados por
Grandes partituras de musicas
Soldadinhos de chumbo e cartas de baralho
Um jogo de cartas marcadas onde não há vencedores
Um jogo de palavras cruzadas onde
Não se forma nenhuma palavra
Palavra de honra que dessa vez tentei mudar
Mas não adianta mais fugir
Inconsciente coletivo, genocídio.
Suicídio, genocídio filosófico.
Varias marcas e quando voce se tocar
Os meus exércitos já terão tomado conta
Da sua cidade suicida
Onde as pessoas passam mal, o que é certo é errado.
E o que é errado é normal, e voce vem me lembrar de:
Um jogo de cartas marcadas onde não há vencedores
Um jogo de palavras cruzadas onde
Não se forma nenhuma palavra
Palavra de honra que te leguei
Mas ninguém atendeu
Contar sempre a mesma estória
Dar palhas aos cães e ossos aos asnos
Cata-te ou dize coisas que valham
Mas que o silencia, favorecei-nos com o teu silencio.
Inconsciente coletivo, genocídio.
Suicídio filosófico
E nos meus inimigos eu dou um tiro na cabeça
É um só, mas resolve !
Genocidio Filosófico II
...Y mis ejércitos están formados por
Grandes partituras de música
Soldaditos de plomo y cartas de baraja
Un juego de cartas marcadas donde no hay ganadores
Un juego de crucigramas donde
No se forma ninguna palabra
Palabra de honor que esta vez intenté cambiar
Pero ya no sirve de nada huir
Inconsciente colectivo, genocidio.
Suicidio, genocidio filosófico.
Varias marcas y cuando te des cuenta
Mis ejércitos ya habrán tomado control
De tu ciudad suicida
Donde la gente se siente mal, lo correcto es incorrecto.
Y lo incorrecto es normal, y tú vienes a recordarme de:
Un juego de cartas marcadas donde no hay ganadores
Un juego de crucigramas donde
No se forma ninguna palabra
Palabra de honor que te dejé
Pero nadie respondió
Contar siempre la misma historia
Dar paja a los perros y huesos a los burros
Cállate o di cosas que valgan la pena
Pero que el silencio, nos favorezca con tu silencio.
Inconsciente colectivo, genocidio.
Suicidio filosófico
Y a mis enemigos les doy un tiro en la cabeza
Es uno solo, ¡pero resuelve!
Escrita por: Roberto Raulino