Vitimas Casuais
Primeiro cheguei com calma
Pedi licença e fui entrando
Fiquei horas e horas esperando
Pensamentos confusos, sangue subindo.
Paciência quase no fim
Tudo ao meu redor se distorcia
Ouvia gritos e vozes, via pessoas estranhas
E sussurros dizendo: "Mate-os, mate-os".
E na agonia da compreensão
Não êxitei, puxei minha sub-use amarela
E fui rodando... rodando
E perto de mim pessoas quase inocentes caiam
Vitimas casuais de vozes alucinantes
Almas perdidas, corpos no chão.
Homens e mulheres agora são todos iguais
Vitimas casuais
Depois de certo tempo sai calmamente
Fiquei junto com a multidão
Pessoas incautas procurando explicação
Vozes, vozes que vem e que vão.
E essas pessoas perto de mim
Não sabem a quem pertence as suas vidas
Víctimas Casuales
Primero llegué con calma
Pedí permiso y entré
Estuve horas y horas esperando
Pensamientos confusos, la sangre subiendo
La paciencia casi al límite
Todo a mi alrededor se distorsionaba
Escuchaba gritos y voces, veía personas extrañas
Y susurros diciendo: 'Mátalos, mátalos'
Y en la agonía de la comprensión
No dudé, saqué mi subfusil amarillo
Y empecé a disparar... disparar
Y cerca de mí caían personas casi inocentes
Víctimas casuales de voces alucinantes
Almas perdidas, cuerpos en el suelo
Hombres y mujeres ahora son todos iguales
Víctimas casuales
Después de un tiempo salí tranquilamente
Me quedé con la multitud
Personas ingenuas buscando explicación
Voces, voces que vienen y van
Y esas personas cerca de mí
No saben a quién pertenecen sus vidas
Escrita por: Roberto Raulino