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El Carromato del Abuelo

Regis Ribeiro

O Calhambeque do Vovô

Ele é apertadinho, dinho, dinho, dinho, dinho
Ele é apertadin, din, din, din, dinho, dinho

Ele é apertadinho, anda bem devagazinho
É bom por que a gata fica coladinha em mim
As minas esqueceram a fiorino e a doblo
Só querem passear no calhambeque do vovô

Vovô deixou de herança um calhambeque maltratado
Que esteve a mili ano num cantinho abandonado
É um ford 32 relíquia de valor
Troquei algumas peças para arrumar o motor
Pintei ele de preto e botei vidro fumê
O g.p.s serve para eu nunca me perder
Botei bancos de couro, rádio e televisão
Por onde eu passo o calhambeque chama atenção

Ele é apertadinho anda bem devagazinho
É bom por que a gata fica coladinha em mim
As minas esqueceram a fiorino e a doblo
Só querem passear no calhambeque do vovô
Ele é apertadinho anda bem devagazinho
É bom porque a gata fica coladinha em mim
As minas esqueceram a fiorino e a doblo
Agora eu tiro onda no carango do vovô

Eu tô cheinho de fã, tô cheinho de fã
Não tem mais pra camaro e também pra dodg ram
Eu tô cheinho de fã, tô cheinho de fã
Com meu calhambeque preto agora sou o bam, bam, bam

El Carromato del Abuelo

Es apretadito, dito, dito, dito, dito
Es apretadito, din, din, din, dito, dito

Es apretadito, anda bien despacito
Es bueno porque la gata queda pegadita a mí
Las chicas olvidaron la fiorino y la doblo
Solo quieren pasear en el carromato del abuelo

El abuelo dejó de herencia un carromato maltratado
Que estuvo mil años en un rinconcito abandonado
Es un ford 32 reliquia de valor
Cambié algunas piezas para arreglar el motor
Lo pinté de negro y le puse vidrio polarizado
El gps sirve para nunca perderme
Puse asientos de cuero, radio y televisión
Por donde paso el carromato llama la atención

Es apretadito, anda bien despacito
Es bueno porque la gata queda pegadita a mí
Las chicas olvidaron la fiorino y la doblo
Solo quieren pasear en el carromato del abuelo
Es apretadito, anda bien despacito
Es bueno porque la gata queda pegadita a mí
Las chicas olvidaron la fiorino y la doblo
Ahora me luzco en el carro del abuelo

Estoy lleno de fans, lleno de fans
Ya no hay para camaro ni para dodg ram
Estoy lleno de fans, lleno de fans
Con mi carromato negro ahora soy el bam, bam, bam

Escrita por: Gell Thorres / Regis Ribeiro