Encouraçados de Potemkin
Daws, lyryca, singles, tapes
Não temos medo da morte
Enquanto o mundo se acaba
Daws, ladras, guias, mixtapes
Dançamos sobre os destroços
Enquanto o mundo se acaba
Enquanto o mundo capota
Perdido na flora noturna
Não tá valendo a aposta
As vezes me sinto perdendo tempo
O ceifador da montanha
Te cobra na noite dos sonhos
Um corpo que cai na estrada
Eu vejo o desprezo de fritz Lang
Sem teorias pro big bang
Ela kitana eu lil kang
Quanto te abraço você não sente
Quando me abraça me sinto quente
Eu vou sofrer mas não vou recair
Encouraçados de potekin
Suas palavras não vão me ferir
Encouraçados de potekim
Daws, lyryca, singles, tapes
Não temos medo da morte
Enquanto o mundo se acaba
Daws, ladras, guias, mixtapes
Dançamos sobre os destroços
Enquanto o mundo se acaba
Tranquilin igual Brahmā, Buda
Tudo me toca, nada me suja
Corpo fechado com o Deus invisível
Não se menciona o nome dela em vão
Palavra divina, palavra malquista, fala baixíssimo
Perdendo só os falsos amigos
Duvidoso medo da verdade
Prefere perder os braços pra não de aplaudir
Não quer você na vantagem
Querem teu bem mas só pela metade
Hienas riem de acabar se tu cai
Rosto lavado, sangue de cordeiro
Belo penteado hoje que vou vê-la
Comprei flores finalmente vou vê-la
Encouraçados de Potemkin
Daws, líricas, sencillos, cintas
No le tenemos miedo a la muerte
Mientras el mundo se acaba
Daws, ladronas, guías, mixtapes
Bailamos sobre los escombros
Mientras el mundo se acaba
Mientras el mundo se desmorona
Perdido en la flora nocturna
No vale la apuesta
A veces siento que pierdo el tiempo
El segador de la montaña
Te cobra en la noche de los sueños
Un cuerpo que cae en la carretera
Veo el desprecio de Fritz Lang
Sin teorías para el big bang
Ella kitana, yo lil kang
Cuando te abrazo no sientes
Cuando me abrazas me siento caliente
Voy a sufrir pero no voy a recaer
Encouraçados de Potemkin
Tus palabras no me van a herir
Encouraçados de Potemkin
Daws, líricas, sencillos, cintas
No le tenemos miedo a la muerte
Mientras el mundo se acaba
Daws, ladronas, guías, mixtapes
Bailamos sobre los escombros
Mientras el mundo se acaba
Tranquilo como Brahmā, Buda
Todo me toca, nada me ensucia
Cuerpo cerrado con el Dios invisible
No se menciona su nombre en vano
Palabra divina, palabra maldita, habla bajísimo
Perdiendo solo a los falsos amigos
Dudoso miedo a la verdad
Prefiere perder los brazos que aplaudir
No te quiere en la ventaja
Quieren tu bien pero solo a medias
Hienas ríen de acabar si caes
Rostro lavado, sangre de cordero
Bonito peinado hoy que voy a verla
Compré flores, finalmente voy a verla