395px

No

Reises

Nó

Isto é meu, isso sou eu, ele está em mim um velho homem já morreu.
Cada pedaço, criado por laço, na boca do sapo, um nome é um abraço.
Tirei a coleira, quebrei as coleiras, quem me amarrava já virou pó na cadeia.
Mudei o quadro, tomei formato, pisou relou explode, eu sou um campo minado.
Preciso viver o que não sinto, preciso sentir o que não vivo.
Preciso viver o que não sinto, preciso sentir o que não vivo.
Virado contra, amigo da onça, hoje eu vou te derrubar, sobre mim tu não tem força.
Agora eu vivo, estou fluindo, se você tá nessa vida, dessa vida eu tô saindo.
Palavra vã, veneno de rã, se ela não funciona tua morte é talismã.
Pernas e um tropeço, é um desespero, a morte é o teu fim, e pra mim é só o começo.
Preciso viver o que não sinto, preciso sentir o que não vivo.
Preciso viver o que não sinto, preciso sentir o que não vivo.

No

Esto es mío, esto soy yo, él está en mí, un viejo hombre ya murió.
Cada pedazo, creado por lazo, en la boca del sapo, un nombre es un abrazo.
Quité el collar, rompí las cadenas, quien me ataba ya se convirtió en polvo en la cárcel.
Cambié el cuadro, tomé forma, pisó rozó explotó, soy un campo minado.
Necesito vivir lo que no siento, necesito sentir lo que no vivo.
Necesito vivir lo que no siento, necesito sentir lo que no vivo.
Dado vuelta en contra, amigo de la onza, hoy te voy a derribar, sobre mí no tienes fuerza.
Ahora vivo, estoy fluyendo, si estás en esta vida, de esta vida me estoy yendo.
Palabra vana, veneno de rana, si no funciona, tu muerte es talismán.
Piernas y un tropiezo, es un desespero, la muerte es tu fin, y para mí es solo el comienzo.
Necesito vivir lo que no siento, necesito sentir lo que no vivo.
Necesito vivir lo que no siento, necesito sentir lo que no vivo.

Escrita por: