Sonhos Guaranys
Mato Grosso encerra em sua própria terra sonhos guaranys
Por campos e serras, a história enterra uma só raiz
Que aflora nas emoções e o tempo faz cicatriz
Em mil canções lembrando o que não se diz
Mato Grosso espera esquecer, quisera, o som dos fuzis
Se não fosse a guerra, quem sabe hoje era um outro país
Amante das tradições de que me fiz aprendiz
Por mil paixões sabendo morrer feliz
Cego é o coração que trai
Aquela voz primeira que de dentro sai
E, às vezes, me deixa assim ao revelar que eu vim
Da fronteira onde o Brasil foi Paraguai
Amante das tradições de que me fiz aprendiz
Por mil paixões sabendo morrer feliz
Cego é o coração que trai
Aquela voz primeira que de dentro sai
E, às vezes, me deixa assim ao revelar que eu vim
Da fronteira onde o Brasil foi Paraguai
E, às vezes, me deixa assim ao revelar que eu vim
Da fronteira onde o Brasil foi Paraguai
Sueños Guaraníes
En Mato Grosso se encierran en su propia tierra sueños guaraníes
Por campos y montañas, la historia entierra una sola raíz
Que brota en las emociones y el tiempo deja cicatrices
En mil canciones recordando lo que no se dice
Mato Grosso espera olvidar, desearía, el sonido de los fusiles
Si no fuera por la guerra, quién sabe hoy sería otro país
Amante de las tradiciones de las que me hice aprendiz
Por mil pasiones sabiendo morir feliz
Ciego es el corazón que traiciona
Aquella voz primera que desde adentro sale
Y, a veces, me deja así al revelar que vengo
De la frontera donde Brasil fue Paraguay
Amante de las tradiciones de las que me hice aprendiz
Por mil pasiones sabiendo morir feliz
Ciego es el corazón que traiciona
Aquella voz primera que desde adentro sale
Y, a veces, me deja así al revelar que vengo
De la frontera donde Brasil fue Paraguay
Y, a veces, me deja así al revelar que vengo
De la frontera donde Brasil fue Paraguay
Escrita por: Almir Sater / Paulo Simões