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Cadê Você, Cadê O Seu Amor?

Resenha Sertaneja

A luz da lua entra pela fresta da janela
E eu aqui sozinho desenhando o rosto dela
O rádio toca aquela música que a gente amou
Mas no meu quarto o tempo simplesmente congelou

Eu olho pro telefone esperando um sinal
Um oi, um ponto, qualquer coisa que não seja o final
O frio da madrugada vem querendo me abraçar
No lugar do seu corpo que eu não canso de buscar

Ah, essa saudade é um deserto
Eu grito o seu nome, mas não tenho você por perto

Cadê você, cadê o seu amor que antes era meu?
Onde foi parar tudo aquilo que a gente viveu?
Estou perdido num abismo de recordação
Gritando pro silêncio o nome da minha paixão
Cadê você, cadê a luz que iluminava o meu ser?
Eu tô morrendo aos poucos sem ter como te esquecer
O mundo continua, mas pra mim tudo parou
Cadê você, cadê o grande amor que você me jurou?
Era pra sempre, mas nada me restou

A sua escova de dentes ainda está no mesmo lugar
Como um fantasma que insiste em me ver chorar
O seu travesseiro ainda tem a marca do seu rosto
E o café que eu bebo hoje só tem seu gosto amargo de desgosto

Cadê você, cadê o seu amor que antes era meu?
Onde foi parar tudo aquilo que a gente viveu?
Estou perdido num abismo de recordação
Gritando pro silêncio o nome da minha paixão [long break]

A cama tá sobrando e o meu peito tá faltando um pedaço
Eu sinto o seu perfume, mas não sinto o seu abraço
Me tira desse pesadelo e vem me dar o seu perdão
Ou leva de uma vez o que sobrou do meu pobre coração

Cadê você, cadê o seu amor que antes era meu?
Onde foi parar tudo aquilo que a gente viveu?
Estou perdido num abismo de recordação
Gritando pro silêncio o nome da minha paixão
Cadê você, cadê a luz que iluminava o meu ser?
Eu tô morrendo aos poucos sem ter como te esquecer
O mundo continua, mas pra mim tudo parou
Cadê você, cadê o grande amor que você me jurou?
Era pra sempre, mas nada me restou

Cadê você? Cadê o nosso amor?
Eu tô parado aqui, morrendo de saudade e dor

Escrita por: Randhal Wendel Fernando de Souza Santos