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Ruta Secreta

Réu E Condenado

Faixa Secreta

Em seu peito o afago da fogalha
Nessa vida de agruras e desgosto
Sua pele tão vermelha cheira a enxofre
E sua testa denuncia a traição

Oh cramunhão! Não pões respeito em sua amada
Oh cramunhão! Viu no que deu seu mal caráter
Os seus discos do Almir Sater
Os seus dias sem perdão

Sei que você também tem necessidade
De um pouco de carinho e atenção
Pois tu és como qualquer pobre diabo
A diferença é que amassa o próprio pão

Oh cramunhão! Aceita uma feijoada?
Oh cramunhão! Não vais querer gaze hidratada
Pra teu cotovelo pútrido?
Mas melhores dias virão

Ruta Secreta

En tu pecho el calor de la hoguera
En esta vida de penurias y desdicha
Tu piel tan roja huele a azufre
Y tu frente delata la traición

¡Oh demonio! No muestras respeto a tu amada
¡Oh demonio! Mira en lo que resultó tu mal carácter
Tus discos de Almir Sater
Tus días sin perdón

Sé que también tienes necesidad
De un poco de cariño y atención
Pues eres como cualquier pobre diablo
La diferencia es que amasas tu propio pan

¡Oh demonio! ¿Aceptas un plato de feijoada?
¡Oh demonio! ¿No querrás una gasa hidratada
Para tu codo pútrido?
Pero vendrán días mejores

Escrita por: Condenado / Réu