Inverso
A tal negação de caridade semeando
E mesmo assim o seu pudor persiste sem medo
Sem observar o inverso
Seus ideiais se espalham, e o receio?
Seguindo, levanto-o a sonhar
Não vou me frustar porquê
A dor alimentar o meu viver, o meu ser
Sempre entopecer o iníquo
Breve mágoa do imaginário escasso
Amor proprio dissimulado auto destruição
Apatia alheia prejudicial
Não vou me frustar porquê
A dor alimentar o meu viver, o meu ser
Aquilo que não é de meu alcance nunca irá me atingir,
Meu orgulho me proteje contra o desconhecido
A minha incapacidade de ver ajuda minha prepotencia de
Viver
Inverso
Ante tanta negación de caridad sembrando
Y aún así su pudor persiste sin miedo
Sin observar lo opuesto
¿Sus ideales se esparcen, y el temor?
Siguiendo, me elevo a soñar
No me voy a frustrar ¿por qué?
El dolor alimenta mi vivir, mi ser
Siempre entorpecer lo injusto
Breve pesar del imaginario escaso
Amor propio disimulado auto destrucción
Apatía ajena perjudicial
No me voy a frustrar ¿por qué?
El dolor alimenta mi vivir, mi ser
Aquello que no está a mi alcance nunca me afectará,
Mi orgullo me protege contra lo desconocido
Mi incapacidad de ver ayuda mi prepotencia de
Vivir
Escrita por: Fellipe Mesquita / Rafael Gimenez