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Cara de Terreiro Varrido

Ricardo de Paula

Cara de Terreiro Varrido

E quando eu me desespero, você me diz: Espera!
Quando eu perdido me embriago em café você me diz: Vem cá, Fé!
Quando em minha loucura você me diz: Sou cura! E é!

Quando eu sou temor você só tem amor
Quando eu sou razão você é emoção
Quando eu sou desamor você me diz: amor
Quando eu sou ação você é inspiração

Você me afugenta e é a minha fugenta
Me conhece a alma e aguenta
Eu tenho tanto medo de te ferir com meu eu
Nunca vou me esquecer
Quando aos prantos entre tuas mãos
Te olhei nos olhos e ouvi dizer
Sempre estarei aqui pra você!

Nada que um novo dia não tem
Nada que um novo dia não faça bem
Nada que um novo dia não tem
Nada que um novo dia não faça bem

Você me afugenta e é a minha fugenta
Me conhece a alma e aguenta
Eu tenho tanto medo de te ferir com meu eu
Nunca vou me esquecer
Quando aos prantos entre tuas mãos
Te olhei nos olhos e ouvi dizer
Sempre estarei aqui pra você!

Nada que um novo dia não tem
Nada que um novo dia não faça bem
Nada que um novo dia não tem
Nada que um novo dia não faça bem

Nada que um novo dia
E quando eu me desespero, você me diz: Espera!

Cara de Terreiro Varrido

Y cuando me desespero, tú me dices: ¡Espera!
Cuando estoy perdido, me embriago en café y tú me dices: ¡Ven acá, Fe!
Cuando en mi locura tú me dices: ¡Soy cura! ¡Y es así!

Cuando tengo miedo, tú solo tienes amor
Cuando soy razón, tú eres emoción
Cuando siento desamor, tú me dices: amor
Cuando actúo, tú eres inspiración

Tú me ahuyentas y eres mi ahuyentadora
Conoces mi alma y aguantas
Tengo tanto miedo de lastimarte con mi ser
Nunca olvidaré
Cuando entre lágrimas en tus manos
Te miré a los ojos y escuché decir
¡Siempre estaré aquí para ti!

Nada que un nuevo día no tenga
Nada que un nuevo día no cure
Nada que un nuevo día no tenga
Nada que un nuevo día no cure

Tú me ahuyentas y eres mi ahuyentadora
Conoces mi alma y aguantas
Tengo tanto miedo de lastimarte con mi ser
Nunca olvidaré
Cuando entre lágrimas en tus manos
Te miré a los ojos y escuché decir
¡Siempre estaré aquí para ti!

Nada que un nuevo día no tenga
Nada que un nuevo día no cure
Nada que un nuevo día no tenga
Nada que un nuevo día no cure

Nada que un nuevo día
Y cuando me desespero, tú me dices: ¡Espera!

Escrita por: Ricardo José de Paula