Histórias
Como hei-de contar a história
Sem longos caminhos percorrer
Por mais que eu queira abreviar a história
Sem factos não dá pra entender
E assim, tão leve, tão suave
Eu vou pintar retrato meu
Como quem não liga pro tempo.
Amanhã eu vou estar aqui
E espero que estejas também
Pra podermos contar
Histórias que não tem fim
Quero que vejas com o que tu sentes
Pois o teu mundo é igual ao meu
E que te percas onde me encontras
Quero que saibas de mim quem sou eu
E assim, tão leve, tão suave
Eu vou pintar retrato meu
Como quem não liga pro tempo
Amanhã eu vou estar aqui
E espero que estejas também
Pra podermos contar
Histórias que não tem fim
Amanhã eu vou estar aqui
Pra podermos contar
Histórias que não tem fim
Amanhã eu vou estar aqui
Historias
¿Cómo se supone que voy a contar la historia?
No hay largos caminos por recorrer
Por mucho que quiera abreviar la historia
Sin hechos que no puedes entender
Y tan, tan ligero, tan suave
Voy a pintar un retrato de mí mismo
Como la gente a la que no le importa el clima
Mañana estaré aquí
Y espero que tú también
Para que podamos contar
Historias que no tienen fin
Quiero que veas cómo te sientes
Porque tu mundo es el mismo que el mío
Y perderte donde me encuentras
Quiero que sepas de mí quién soy
Y tan, tan ligero, tan suave
Voy a pintar un retrato de mí mismo
Como a quién no le importa el clima
Mañana estaré aquí
Y espero que tú también
Para que podamos contar
Historias que no tienen fin
Mañana estaré aquí
Para que podamos contar
Historias que no tienen fin
Mañana estaré aquí