Moro Em Santa Teresa
Moro em Santa Teresa
Perto do asfalto e
Também da natureza
Moro em santa teresa
Cultura e beleza também moram lá
Ando por suas vejo a arquitetura
Requinte à francesa
Eu não conheço o mundo todo
Mas posso falar
Moro em Santa Teresa
E o mundo todo vem me visitar
Moro em Santa Teresa
Perto do asfalto e
Também da natureza
Saio do bar do Gomes
Vou caminhando para simplesmente
Bater uma papo com amigos
Conhecer também gente diferente
Algo invade minha mente
Faz meu coração acelerar
Poesia vira melodia
Cheio de inspiração eu
Começo a cantar
Moro em Santa Teresa
Perto do asfalto e
Também da natureza
E no domingo de Sol
Lá nas paineiras eu vou pra me banhar
Desço pro Largo das Neves
E começo ali minha onda tirar
No Largo Guimarães
Na barraca da Neuza uma cerveja, tomar
A noitinha eu vou lá pro Curvelo
Ouvir o Balança Teresa tocar
Vivo en Santa Teresa
Vivo en Santa Teresa
Cerca del asfalto
Y también de la naturaleza
Vivo en Santa Teresa
Cultura y belleza también residen allí
Camino por sus calles y veo la arquitectura
Elegancia a la francesa
No conozco todo el mundo
Pero puedo decir
Vivo en Santa Teresa
Y todo el mundo viene a visitarme
Vivo en Santa Teresa
Cerca del asfalto
Y también de la naturaleza
Salgo del bar de Gomes
Voy caminando simplemente
Para charlar con amigos
Conocer también gente diferente
Algo invade mi mente
Hace que mi corazón se acelere
La poesía se convierte en melodía
Lleno de inspiración
Comienzo a cantar
Vivo en Santa Teresa
Cerca del asfalto
Y también de la naturaleza
Y en domingo de sol
Voy a las paineiras a bañarme
Bajo al Largo das Neves
Y comienzo a surfear mi ola allí
En el Largo Guimarães
En la barraca de Neuza tomo una cerveza
Por la noche voy al Curvelo
A escuchar a Balança Teresa tocar
Escrita por: Ricardo Dumont