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Todo en Paz

Ricardo Falkenbach

Tudo em Paz

Tudo de bom
Tudo em paz
Tudo de bom
Tudo em paz

Atravessando uma cidade imensa
Com meus pés no chão
Desvendando os mistérios existências
Que habitam em mim, que habitam em mim
Correr em círculos nunca mais
O recomeço é sempre, o inicio.
De historias novas, aventuras na memória.

Tudo de bom
Tudo em paz
Tudo de bom
Tudo em paz

No horizonte o sol nascendo
O mar chamando a entrar
E a me aconchegar.
Os meus pés cansados e eu exausto
Os dedos degolados pelas frieiras abertas
No traçado até aqui, no traçado até aqui.

"Minha alma chora
implora, quer respostas.
Para poder seguir em paz."

"Dá vertigem esse sonho alto,
mesmo assim eu salto.
Para poder sorrir depois"

Tudo de bom
Tudo em paz
Tudo de bom
Tudo em paz


Para onde eu vou, com esses meus passos?
Para onde eu vou, com esses meus passos?
Calmos,frágeis,ágeis,frágeis,ágeis....

Tudo de bom
Tudo em paz.....

Todo en Paz

Todo bien
Todo en paz
Todo bien
Todo en paz

Cruzando una ciudad inmensa
Con mis pies en el suelo
Descubriendo los misterios existenciales
Que habitan en mí, que habitan en mí
Correr en círculos nunca más
El reinicio es siempre, el comienzo
De nuevas historias, aventuras en la memoria

Todo bien
Todo en paz
Todo bien
Todo en paz

En el horizonte el sol naciendo
El mar llamando a entrar
Y a abrazarme
Mis pies cansados y yo exhausto
Los dedos cortados por las grietas abiertas
En el camino hasta aquí, en el camino hasta aquí

Escrita por: Ricardo Falkenbach