Brasil de Ponta-Cabeça
No Brasil de ponta-cabeça
Seguindo o rumo na contramão
Espero até que o dia amanheça
Reinvento a minha contradição
Eu lhe digo, ah
Eu nem ligo mais!
A poeira seca da estrada
Remonta a ampulheta do tempo
E eu reflito em frente à jornada
Estou enfim em meus pensamentos
Eu lhe digo, ah
Eu nem ligo mais!
Num céu de estrelas soltas no espaço
Pensando sobre a dissolução
Entendo a cada dia que passo
Essa história escrita e solta no chão
Eu lhe digo, ah
Eu nem ligo mais!
No Brasil de ponta-cabeça
Seguindo o rumo na contramão
Espero até que o dia amanheça
Reinvento a minha contradição
Eu lhe digo, ah
Eu nem ligo mais!
Eu lhe digo, ah
Eu nem ligo mais
Eu nem ligo
Eu mendigo!
Brasil de Cabeza
En Brasil de cabeza
Siguiendo el rumbo en sentido contrario
Espero hasta que amanezca el día
Reinvento mi contradicción
Te digo, ah
Ya no me importa más
El polvo seco del camino
Reconstruye el reloj de arena del tiempo
Y reflexiono frente a la jornada
Finalmente estoy en mis pensamientos
Te digo, ah
Ya no me importa más
En un cielo de estrellas sueltas en el espacio
Pensando en la disolución
Entiendo cada día que pasa
Esta historia escrita y suelta en el suelo
Te digo, ah
Ya no me importa más
En Brasil de cabeza
Siguiendo el rumbo en sentido contrario
Espero hasta que amanezca el día
Reinvento mi contradicción
Te digo, ah
Ya no me importa más
Te digo, ah
Ya no me importa más
Ya no me importa
¡Yo mendigo!
Escrita por: Gabriel Magalhães / Gaivota Naves