Ninguém Sabe O Que Eu Sei
Vejo dois amigos pela rua devagar
Fogem pro perigo, vão brincar
Já trocaram bolas por pequenos arsenais
Vivem nos caminhos marginais:
Ninguém sabe o que eu sei, eu sei
Não sabe o que eu vi
Se ainda não me cansei de vez
Ainda não me perdi
Ninguém sabe o que eu sei, eu sei
Não sabe o que eu vi
Se ainda não me encontrei talvez
Ainda não me perdi
Eu estou por aqui...
Sou um prometido, minha tribo é pagã
Sou um deus vencido de manhã
Bebo meu destino com a fúria de um cão
guas que escorrem pelo chão
Ninguém sabe o que eu sei, eu sei
Não sabe o que eu vi... etc.
Vejo no escuro e ninguém pode me ver
Sombra do futuro em você
Estou no meu domínio onde tudo me faz bem
E isso não divido com ninguém
Ninguém sabe o que eu sei, eu sei
Não sabe o que eu vi... etc.
Nadie sabe lo que sé
Veo a dos amigos en la calle lentamente
Corre al peligro, ve a jugar
Ya han cambiado bolas por pequeños arsenales
Viven en los caminos marginales
Nadie sabe lo que sé, lo sé
No sabes lo que vi
Si no he tenido suficiente para bien
Aún no me he perdido
Nadie sabe lo que sé, lo sé
No sabes lo que vi
Si aún no me he conocido tal vez
Aún no me he perdido
Estoy por aquí
Soy prometida, mi tribu es pagana
Soy un dios vencido por la mañana
Bebo mi destino con la furia de un perro
aguas que gotean por el suelo
Nadie sabe lo que sé, lo sé
No sabes lo que vi... etcétera
Veo en la oscuridad y nadie puede verme
Sombra del futuro en ti
Estoy en mi dominio donde todo es bueno para mí
Y que no comparto con nadie
Nadie sabe lo que sé, lo sé
No sabes lo que vi... etcétera
Escrita por: Bernardo Vilhena / Ritchie