Mentira
Eu contei as sete vezes que você jurou
Tropecei nas sete pedras que você deixou
Me diz porque você insiste em acreditar
Dessa vez, a sua história você vai contar
E ninguém pode crer que você vai viver
De mentira...não tem nada a me dizer
Mentira...não vai me trair jamais
Mentira...não vai me tirar você
Mentira...quero é viver em paz!
Eu não sei, mas dessa vez você falou demais
Descartei, não viro a mesa mas eu tiro o ás
Eu quebrei naquela carta que você jogou
É de lei, mas sua história você não contou
E você pode crer, você não vai viver
De mentira...etc.
Eu contei as sete vezes que você jurou
Eu parei, as suas chances você já queimou
Eu não sei, mas dessa vez você falou demais
Tudo bem, mas sua história já não satisfaz
E você pode crer, que ninguém vai viver
De mentira...
Mentira
Conté las siete veces que juraste
Tropecé con las siete piedras que dejaste
Dime por qué insistes en creer
Esta vez, tu historia la contarás
Y nadie puede creer que vas a vivir
De mentira... no tienes nada que decirme
Mentira... nunca me traicionarás
Mentira... no me quitarás de ti
Mentira... ¡quiero vivir en paz!
No sé, pero esta vez hablaste demasiado
Descarté, no doy vuelta a la mesa pero saco el as
Rompió en esa carta que tiraste
Es ley, pero tu historia no la contaste
Y puedes creer, no vas a vivir
De mentira... etc.
Conté las siete veces que juraste
Me detuve, tus oportunidades ya las quemaste
No sé, pero esta vez hablaste demasiado
Está bien, pero tu historia ya no satisface
Y puedes creer, que nadie va a vivir
De mentira...
Escrita por: Bernardo Vilhena / Ritchie