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Bailinho de Madère

Roberto Leal

Bailinho da madeira

Ó Clarinha, as pintas da tua blusa
São de cor tão vermelhinha
Que o vinho verda infusa
Ó Clarinha, da-me um pouco do teu vinho
Encha a minha canequinha
Que é dia de São Martinho

Vamos beber, depois cantar em voz alta
Que o vinho da Clarinha fz animar toda malta
Deixai passar essa linda brincadeira
Que a gente vamos bailar pra gentinha da Madeira

Ó Clarinha, das lindas pintas tamanhas
Para ser mais bonitinhas traz de lá umas castanhas

Vamos beber, depois cantar...

Ó Clarinha, eu sou levado da breca
Vais beber uma pinguinha aqui da minha caneca
Ó Clarinha, pode beber a vontade
Verás ninguém advinha segredo da mocidade

Vamos beber, depois cantar...

Bailinho de Madère

Ô Clarinha, les taches de ta blouse
Sont d'une couleur si rouge
Que le vin vert infuse
Ô Clarinha, donne-moi un peu de ton vin
Remplis ma petite chope
Car c'est le jour de Saint-Martin

On va boire, puis chanter à tue-tête
Car le vin de Clarinha fait danser toute la bande
Laissez passer cette belle plaisanterie
Car on va danser pour les gens de Madère

Ô Clarinha, avec de si belles taches
Pour être encore plus mignonne, ramène des châtaignes

On va boire, puis chanter...

Ô Clarinha, je suis bien pompette
Tu vas boire une gorgée ici de ma chope
Ô Clarinha, bois à ta guise
Tu verras, personne ne devine le secret de la jeunesse

On va boire, puis chanter...

Escrita por: Marcia Lucia / Maximiniano De Sousa / Roberto Leal