Nada Além
Parados no meio da rua
Não iremos a lugar algum
Com sonhos esquecidos
Em nossos próprios vícios
Seremos então pessoas comuns
Correndo atrás de pessoas invisíveis
E de respostas que parecem impossíveis
Parar diante da porta de entrada
Contar estrelas no meio da madrugada
Se chegamos tão perto
Pra quê parar diante da dor?
Do inacabado e incerto o que sobrou?
Trocados sem valor, desejos sem amor
De tudo o que se mendigou e nada além
De qualquer lugar!
E nada além...
Nada Más
Parados en medio de la calle
No iremos a ningún lado
Con sueños olvidados
En nuestros propios vicios
Seremos entonces personas comunes
Corriendo detrás de personas invisibles
Y de respuestas que parecen imposibles
Detenerse frente a la puerta de entrada
Contar estrellas en medio de la madrugada
Si llegamos tan cerca
¿Para qué detenerse ante el dolor?
¿De lo inacabado e incierto qué quedó?
Cambiados sin valor, deseos sin amor
De todo lo que se mendigó y nada más
¡De cualquier lugar!
Y nada más...
Escrita por: Jussier Dantas / Raphael Negreiros