Playback
Nós seguimos a correnteza
Dos galhos secos que descem o rio
Lá um resquício onde há uma chama acesa
Na sala apenas um copo vazio
Refrão:
E me pego já sentindo culpa e pena
Me pergunto o que isso quer dizer
E não digo coisa alguma e observo toda cena
Acenando a consciência brilha num karaokê
Nos perdemos e encontramos
Num carrossel sentimental
Lá acendemos e apagamos
Subimos, descemos, por fim um salto mortal
(Refrão)
Mas eu não posso evitar
Mas eu não posso evitar
Dispara assim tão incompleto
Completamente desarmado
Garrancho sobre um rascunho
Em folha de papel rasgado
Empilhamos os sonhos se desmancham
E as sombras parecem que vão gargalhar
Estranho senso de humor esse que temos
Aonde as veias vão se encontrar
(Refrão)
Reproducción
Seguimos la corriente
De las ramas secas que bajan por el río
Allí un vestigio donde hay una llama encendida
En la sala solo un vaso vacío
Coro:
Y me encuentro sintiendo culpa y pena
Me pregunto qué significa esto
Y no digo nada y observo toda la escena
Aplaudiendo la conciencia brilla en un karaoke
Nos perdemos y nos encontramos
En un carrusel sentimental
Allí encendemos y apagamos
Subimos, bajamos, al final un salto mortal
(Coro)
Pero no puedo evitarlo
Pero no puedo evitarlo
Dispara así tan incompleto
Completamente desarmado
Garabateo sobre un borrador
En una hoja de papel rasgada
Apilamos los sueños se desvanecen
Y las sombras parecen que van a reír
Extraño sentido del humor que tenemos
Donde las venas van a encontrarse
(Coro)
Escrita por: Daniel Martins / Diogo Brandão / Gabriel Muzak / Nobru Pederneiras / Pedro Garcia