Duas Caras De Pau
Eu esqueci de mim
E tentei não esquecer de esquecer você
Eu juro não fui fraco
Rasguei nossas fotografias e fui pra rua começar a beber
Mas você não mora nos retratos
Ali no lixo... todos rasgados
Você mora aqui no peito meu
Agora vou me dar a última chance
Ou apago nosso romance
Ou desisto e volto correndo pra você
Mas eu vou te esquecer
Vou beber a noite inteira e cair na zoeira
Você é pistoleira, bandida, falseta, duas caras de pau
E pra não voltar a chorar
Entorna um copo bem cheio de pinga do engenho
Mata logo essa onça da minha cabeça
Eu não te quero nunca mais
Dos Caras de Palo
Me olvidé de mí
Y traté de no olvidarme de olvidarte
Juro que no fui débil
Rasgué nuestras fotografías y salí a la calle a empezar a beber
Pero tú no vives en las fotos
Ahí en la basura... todas rasgadas
Tú vives aquí en mi pecho
Ahora me daré la última oportunidad
O borro nuestro romance
O desisto y vuelvo corriendo hacia ti
Pero te olvidaré
Beberé toda la noche y me meteré en la fiesta
Tú eres una pistolera, bandida, falsa, dos caras de palo
Y para no volver a llorar
Vacía un vaso bien lleno de aguardiente del ingenio
Mata de una vez a esa onza de mi cabeza
No te quiero nunca más
Escrita por: Rodrigo Correa