Bolerango
Batom, rímel, pó de arroz
Mais pó para depois
Cansada de mim,
Quero ser dois
Mas por mais que eu capriche no blush
Não tem outro eu que eu ache
Saí vestida de noite
Abusei no decote e lancei a sorte
Sorri para um desconhecido
Escapei por pouco
De um engano muito louco
Voltei só e cabisbaixa
Quem encontra uma mulher
Não procura o que ela acha
[Alice Ruiz voz poema]
vontade de ficar sozinha
só pra saber
se você ia ou vinha
quando deixou
esse bagaço
no meu peito
pedaço estreito
defeito na mercadoria do jeito
que você queria
Batom, rímel, pó de arroz
Mais pó para depois
Cansada de mim,
Quero ser dois
Mas por mais que eu capriche no blush
Não tem outro eu que eu ache
Bolerango
Batom, rimel, polvo de arroz
Más polvo para después
Cansada de mí,
Quiero ser dos
Pero por más que me esfuerce con el rubor
No hay otro yo que encuentre
Salí vestida de noche
Abusé en el escote y lancé la suerte
Sonreí a un desconocido
Escapé por poco
De un error muy loco
Regresé sola y cabizbaja
Quien encuentra a una mujer
No busca lo que ella piensa
[voces de Alice Ruiz poema]
ganas de estar sola
solo para saber
si tú ibas o venías
cuando dejaste
este desastre
en mi pecho
pedazo estrecho
defecto en la mercancía del modo
que tú querías
Batom, rimel, polvo de arroz
Más polvo para después
Cansada de mí,
Quiero ser dos
Pero por más que me esfuerce con el rubor
No hay otro yo que encuentre
Escrita por: Alice Ruiz / Walterl Branco