Veja
Veja
como desfolha o arvoredo
veja
A natureza não tem segredo
veja
Já se descora o nosso amor
que em razão do teu desapego
também desfolhou (ai...desfolhou) ...
Jamais terei o destino
de pau a pique e dor
se bordei a fantasia
com os paetês da poesia
aos pés do Redentor
Não deve o poeta
nem no limbo
rugir pro dissabor
pois somente a urtiga da mentira
nunca foi uma boa amiga
da luz do refletor
E assim será meu destino
com fé e destemor...
Mira
Mira
cómo se deshoja el arbolado
mira
La naturaleza no tiene secretos
mira
Ya se marchita nuestro amor
que debido a tu desapego
también se deshojó (ay... se deshojó) ...
Nunca tendré el destino
de palo a pique y dolor
si bordé la fantasía
con los lentejuelas de la poesía
a los pies del Redentor
No debe el poeta
ni en el limbo
rugir por el desconsuelo
pues solo la ortiga de la mentira
nunca fue una buena amiga
de la luz del reflector
Y así será mi destino
con fe y valentía...
Escrita por: Dú Basconça / Rogério Batalha