Bunda Suja
Eu tava andando no meio da rua,
Quando comecei a sentir os efeitos gasosos
De uma empada estragada.
Saí em disparada pela rua
E entrei no primeiro botequim.
Mal tive tempo de arriar as calças
E descarreguei.
Depois fiquei olhando os desenhos na parede:
Um piru, uma bunda, uma porção de telefones
E descobri uma verdade simples, absoluta, inelutável:
NÃO TINHA PAPEL HIGIÊNICO.
Seu Joaquim!!!!! Papel higiênico!!!!!!
Seu Joaquim!!!!! Guardanapo!!!!!!
Então o jeito foi levantar as calças
E sair pela rua com aquela coisa pastosa por entre as pernas.
E deu até vontade de cantar, e deu até vontade de cantar, e deu até vontade de cantar:
Eu olho pro céu, eu olho pro sol,
Eu olho as estrelas, eu olho pra lua,
Olho o universo, a via láctea,
Eu olho pra mim no meio da rua:
Ô, ô, ô, BUNDA SUJA, BUNDA SUJA,
Ô, ô, ô, BUNDA SUJA, BUNDA SUJA.
Trasero Sucio
Caminaba por la calle,
Cuando empecé a sentir los efectos gaseosos
De una empanada en mal estado.
Salí corriendo por la calle
Y entré al primer bar.
Apenas tuve tiempo de bajar los pantalones
Y descargué.
Después me quedé mirando los dibujos en la pared:
Un pene, un trasero, un montón de teléfonos
Y descubrí una verdad simple, absoluta, inevitable:
NO HABÍA PAPEL HIGIÉNICO.
¡Don Joaquín!!!!! ¡Papel higiénico!!!!!!
¡Don Joaquín!!!!! ¡Servilleta!!!!!!
Entonces tuve que subirme los pantalones
Y salir por la calle con esa cosa pastosa entre las piernas.
Y hasta me dieron ganas de cantar, y dieron ganas de cantar, y dieron ganas de cantar:
Miro al cielo, miro al sol,
Miro las estrellas, miro la luna,
Miro el universo, la Vía Láctea,
Me miro a mí en medio de la calle:
¡Ay, ay, ay, TRASERO SUCIO, TRASERO SUCIO,
¡Ay, ay, ay, TRASERO SUCIO, TRASERO SUCIO.
Escrita por: Rogério Skylab