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Mundo Vulgar

Rogersince

Mundo Vulgar

Você andava
Tão preocupada
Que nem parou
Para ver

Que eu caminhava
Sozinho do outro lado
Você não pode me ver

E eu não te culpo
Há tantas distrações
Quem sou eu para dizer

Há muitas coisas
E tantas ilusões
Eu sou mais um pode crer

Não adianta voltar
Você não vai estar lá
Eu sou muito mais
Do que você
Pode ver

Não adianta voltar
Não vou estar lá
Não sou nada mais do que se vê

E há tantas coisas
Tantas direções
Não vai ser eu quem vai dizer
Por onde ir
Qual direção
Você deveria viver

Não adianta estar lá
Não vai ver
Quando começo a pensar

Não adianta voltar
Não sei você
Mas esse mundo é tão vulgar
É tão vulgar

Não há muito pra dizer
Pode ver
Não é fácil entender
Pode ver
Não há muito pra dizer
Pode ver
Não é fácil entender

Mundo Vulgar

Caminabas
Tan preocupada
Que ni siquiera
Te detuviste

Mientras yo caminaba
Solo al otro lado
Tú no podías verme

Y no te culpo
Hay tantas distracciones
¿Quién soy yo para decir?

Hay tantas cosas
Y tantas ilusiones
Soy solo uno, créeme

No sirve de nada volver
Tú no estarás ahí
Soy mucho más
De lo que tú
Puedes ver

No sirve de nada volver
Yo no estaré ahí
No soy más que lo que se ve

Y hay tantas cosas
Tantas direcciones
No seré yo quien te diga
Por dónde ir
Qué dirección
Deberías tomar

No sirve de nada estar ahí
No verás
Cuando empiezo a pensar

No sirve de nada volver
No sé tú
Pero este mundo es tan vulgar
Es tan vulgar

No hay mucho que decir
Puedes ver
No es fácil de entender
Puedes ver
No hay mucho que decir
Puedes ver
No es fácil de entender

Escrita por: Rogerio De Souza / Rogersince