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Cidálias, Orquídeas, Hortênsias

Rogeryo Du Maranhão

Cidálias, Orquídeas, Hortênsias

Cidálias, Orquídeas, Hortênsias.

Cidálias, Orquídeas, Gardênias, Crisálias, Hortências.
Minha doce Yasmin
Das relvas, da regia meu canto.
Mafioso canário
Meu pastor capim
Mau homem pintar seu senário
Missão de operário
O que será de mim
Com sede se mata desmata
De tudo um pouquinho
Eia! Eia!

Nos olhos arara falante
Flamingos infantes
Bem-te-vi, japi
Acorde bigode, meu galo campina.
Nem falo da sorte do meu vim
Um dia o lamento relembra
O canto do pranto do meu passarinho
E só o silencio repara
Que o futuro prepara de tudo um pouquinho
Eia!

Cabeça que não pensa adoece
Até esquece que homem padece
A fonte do desejo vermelhou
E a rosa mãe foi homem quem matou
Cabeça que não pensa adoece
Até esquece que homem padece
A fonte do desejo vermelhou
E a rosa mãe foi homem quem matou
Eia! Eia!

Nos olhos arara falante
Flamingos infantes
Bem-te-vi, japi
Acorde bigode, meu galo campina.
Nem falo da sorte do meu vim
Um dia o lamento relembra
O canto do pranto do meu passarinho
E só o silencio repara
Que o futuro prepara de tudo um pouquinho
Eia! Eia!

Cidálias, Orquídeas, Hortênsias

Cidálias, Orquídeas, Hortênsias.

Cidálias, Orquídeas, Gardenias, Crisantemos, Hortensias.
Mi dulce Yasmin
De los prados, de la realeza mi canto.
Mafioso canario
Mi pastor pasto
Mal hombre pintar su escenario
Misión de obrero
¿Qué será de mí?
Con sed se mata desmata
De todo un poquito
¡Vamos! ¡Vamos!

En los ojos guacamayo parlante
Flamencos infantes
Bem-te-vi, japi
Despierta bigote, mi gallo de campo.
Ni hablo de la suerte de mi venir
Un día el lamento recuerda
El canto del llanto de mi pajarito
Y solo el silencio repara
Que el futuro prepara de todo un poquito
¡Vamos!

Cabeza que no piensa enferma
Hasta olvida que el hombre padece
La fuente del deseo enrojeció
Y la rosa madre fue el hombre quien mató
Cabeza que no piensa enferma
Hasta olvida que el hombre padece
La fuente del deseo enrojeció
Y la rosa madre fue el hombre quien mató
¡Vamos! ¡Vamos!

En los ojos guacamayo parlante
Flamencos infantes
Bem-te-vi, japi
Despierta bigote, mi gallo de campo.
Ni hablo de la suerte de mi venir
Un día el lamento recuerda
El canto del llanto de mi pajarito
Y solo el silencio repara
Que el futuro prepara de todo un poquito
¡Vamos! ¡Vamos!

Escrita por: Oberdan Oliveira