Moda da Revolução
A revolta aqui em são paulo
Para mim já não foi bão
Pela notícia que corre
Revoltoso tem razão
Aí estou me referindo,
A essa nossa situação
Se os revoltoso ganhar
Aí eu pulo e rolo no chão
Quando cheguei em são paulo
O que cortou meu coração
Eu vi a a bandeira de guerra
Lá na torre da estação
Encontrava gente morto
Por meio dos quarteirão
Dava pena e dava dó,
Ai era só judiação
Na hora que nós seguimos,
Perseguindo o batalhão
Saimo por baixo de bala,
Sem ter aliviação
E a gente ali deitado
Sem deixar levantar do chão
De bomba lá de são paulo,
Ai roncava que nem trovão
Zidoro se arretirou
Lá pro centro do sertão
Potiguara acompanhou
Ai prá fazer a traição
Zidoro mandou um presente
Que foi feito por sua mão
Acabaram com potiguara
E acabou-se o valentão
Nós tinha um 42
Que atirava noite e dia
Cada tiro que ele dava
Era mineiro que caía
E tinha um metralhador
Que encangaiava com pontaria
Os mineiro com os baiano
Ai c´os paulista não podia
Moda de la Revolución
La revuelta aquí en São Paulo
Para mí ya no fue buena
Por las noticias que corren
El revoltoso tiene razón
Me refiero
A esta nuestra situación
Si los revoltosos ganan
Entonces salto y ruedo por el suelo
Cuando llegué a São Paulo
Lo que partió mi corazón
Vi la bandera de guerra
En lo alto de la estación
Había gente muerta
Por todas las manzanas
Daba pena y daba lástima,
Era pura desgracia
Cuando seguimos
Persiguiendo al batallón
Salimos bajo fuego
Sin tener alivio
Y ahí estábamos tirados
Sin poder levantarnos del suelo
Con bombas desde São Paulo
Que retumbaban como truenos
Zidoro se retiró
Hacia el centro del sertón
Potiguara lo siguió
Para traicionar
Zidoro envió un regalo
Hecho por sus manos
Acabaron con Potiguara
Y se acabó el bravucón
Teníamos un 42
Que disparaba noche y día
Cada disparo que daba
Era un minero que caía
Y teníamos un ametrallador
Que apuntaba con precisión
Los mineros con los bahianos
Los paulistas no podían