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Que Morram

Romeo Santos

Que Se Mueran

Andan murmurando que lo nuestro no es debido
Y le faltan el respeto, sin derecho
A nuestro amor

Por cuestión social y diferencia en las edades
Estos tontos ignorantes
No me quieren ver contigo

No tienen razón
Esto no es correcto, y si se arrepienten, no merecen penitencia
Porque, en el amor
No hay economía ni una edad precisa pa' que dos se quieran

Que se mueran los incrédulos envidiosos si nos tronchan el destino
No lo duden, una lengua venenosa es más mortal que un cuchillo
Que caigan todos en un abismo
Si es que no aceptan nuestro idilio

¿Qué demonios importa el status económico
Si el alma no tiene valor?
Que tú tienes treita, y yo apenas veinticuatro
Son numeritos, qué fastidio

No tienen razón
Esto no es correcto, y si se arrepienten, no merecen penitencia
Porque, en el amor
No hay economía ni una edad precisa pa' que dos se quieran

Que se mueran los incrédulos envidiosos si nos tronchan el destino
No lo duden, una lengua venenosa es más mortal que un cuchillo
Que caigan todos en un abismo
Si es que no aceptan nuestro idilio

Sigan criticando, sigan hablando
But just remember one thing
The king stays king

¿Y le gusta mi bachata, amiguita?
Ajá

Nuestro amor no es fugaz ni pasatiempo
Es valiente, muy estable, sin complejos
Y así nos critican a los dos
Total, en fin, que los perdone Dios

Que se mueran los incrédulos envidiosos si nos tronchan el destino
No lo duden, una lengua venenosa es más mortal que un cuchillo
Que caigan todos en un abismo
Si es que no aceptan nuestro idilio

Que se ahoguen con su odio en el lodo de la envidia y la malicia
Y que la vida los maldiga
Si no me quieren ver contigo

You need this in your life
Keep talking

Que Morram

Andam murmurando que o que rola entre a gente não é certo
E faltam com respeito, sem direito
Ao nosso amor

Por questão social e diferença de idade
Esses idiotas ignorantes
Não me querem ver com você

Eles não têm razão
Isso não é correto, e se se arrependerem, não merecem penitência
Porque, no amor
Não há economia nem idade precisa pra que dois se amem

Que os incrédulos invejosos morram se atrapalharem o nosso destino
Não duvidem, uma língua venenosa é mais mortal que um punhal
Que todos caiam num abismo
Se não aceitarem nosso idílio

Que diabos importa o status econômico
Se a alma não tem valor?
Que você tem trinta, e eu apenas vinte e quatro
São só números, que chatice

Eles não têm razão
Isso não é correto, e se se arrependerem, não merecem penitência
Porque, no amor
Não há economia nem idade precisa pra que dois se amem

Que os incrédulos invejosos morram se atrapalharem o nosso destino
Não duvidem, uma língua venenosa é mais mortal que um punhal
Que todos caiam num abismo
Se não aceitarem o nosso amor

Continuem criticando, continuem falando
Mas só lembrem de uma coisa
O rei continua rei

Você gosta da minha bachata, amiguinha?
Aham

Nosso amor não é fugaz nem passatempo
É valente, muito estável, sem complexos
E mesmo assim criticam a gente
No fim das contas, que Deus perdoe eles

Que os incrédulos invejosos morram se atrapalharem o nosso destino
Não duvidem, uma língua venenosa é mais mortal que um punhal
Que todos caiam num abismo
Se não aceitarem o nosso amor

Que se afoguem com seu ódio no lodo da inveja e da malícia
E que a vida os amaldiçoe
Se não me querem ver com você

Você precisa disso na sua vida
Continuem falando

Escrita por: Romeo Santos