Amálgama
Amálgama
Olhos verdes mares da Grécia
o amor não é santo e tem malícia
pouco carência, pouco carícia
depende de fé, perdão e perícia.
Na certa não mede nossa resistência
Por querer de tudo, o todo, a minúcia
pouco demência, pouco delícia
Que as vezes dá pé, outras não.
Nos sacia a sede nos afoga em ânsia
Quisera entender como é em essência
de qual procedência essa substância
volátil que é, em sua consistência
Amálgama viva de dor e prazer
necessidade de ter
necessidade de sobreviver
Amálgama viva.
Amálgama
Amálgama
Ojos verdes mares de Grecia
el amor no es santo y tiene malicia
poca carencia, poca caricia
depende de fe, perdón y pericia.
Seguro no mide nuestra resistencia
Por quererlo todo, el todo, la minucia
poca demencia, poca delicia
Que a veces funciona, otras no.
Nos sacia la sed, nos ahoga en ansias
Quisiera entender cómo es en esencia
de qué procedencia esa sustancia
volátil que es, en su consistencia
Amálgama viva de dolor y placer
necesidad de tener
necesidad de sobrevivir
Amálgama viva.
Escrita por: Ronaldo Garcia