Perto (part. Eduardo Ardanuy)
É o dia de você
Reencontrar o que deixou!
É a hora de você agradecer o que tem
É o tempo de você realizar o que adiou
Pois o mundo não espera por você
Peço que sempre esteja perto
Vivo jogando entre o errado e o certo escravo de mim
Quero jogar-me cego em seus braços!
Redefinir meu olhar e meus passos
Pra que habite em mim
Foi-se o tempo em que tudo era fácil de ser
Imperfeito, intranquilo, a vida mudou!
Eu vi o tempo, suas verdades dizendo pra mim
Que na vida tudo passa! Tem um começo e um fim!
Peço que sempre esteja perto
Vivo jogando entre o errado e o certo escravo de mim
Quero jogar-me cego em seus braços!
Redefinir meu olhar e meus passos
Pra que habite em mim
E eu vou correr sem me hesitar!
Me libertar dos medos que vêm me assustar!
Peço que sempre esteja perto
Vivo jogando entre o errado e o certo escravo de mim
Quero jogar-me cego em seus braços!
Redefinir meu olhar e meus passos
Pra que habite em mim
Pra que habite em mim!
Cerca (part. Eduardo Ardanuy)
Es el día de que
Encuentres lo que dejaste atrás
Es la hora de agradecer lo que tienes
Es el momento de realizar lo que pospusiste
Porque el mundo no espera por ti
Pido que siempre estés cerca
Vivo jugando entre lo incorrecto y lo correcto, esclavo de mí
¡Quiero lanzarme ciegamente en tus brazos!
Reconfigurar mi mirada y mis pasos
Para que habites en mí
Se fue el tiempo en que todo era fácil de ser
Imperfecto, intranquilo, ¡la vida cambió!
Vi el tiempo, sus verdades diciéndome
¡Que en la vida todo pasa! ¡Tiene un principio y un fin!
Pido que siempre estés cerca
Vivo jugando entre lo incorrecto y lo correcto, esclavo de mí
¡Quiero lanzarme ciegamente en tus brazos!
Reconfigurar mi mirada y mis pasos
Para que habites en mí
¡Y voy a correr sin dudar!
¡Liberarme de los miedos que vienen a asustarme!
Pido que siempre estés cerca
Vivo jugando entre lo incorrecto y lo correcto, esclavo de mí
¡Quiero lanzarme ciegamente en tus brazos!
Reconfigurar mi mirada y mis pasos
Para que habites en mí
¡Para que habites en mí!
Escrita por: Bruno Faglioni / Eduardo Faro